Que culpa tenho eu, pobre coraçao solitário, de ficar montando e engenhando amores?
Ando por aí na felicidade de viver, admirando cada parte, cada centimetro combinável, criando seres amáveis. Levando a vida a toa, desbravando novos campos, absorvendo caracteristicas e adocicando coraçoes!
Talvez seja tudo uma questao de crer que o perfeito nao existe, uma questao de nao acreditar mais no amor. O que me agrada em cada qual guardo pra mim, apoixono-me especificamente por tal detalhe, assim, obtenho diversas paixoes, perfeito, logo... nao tenho!
Mas quando falta o abraço coloroso procuramos um amigo, quando falta risadas sinceras procuramos uma diversão espontanea, entretando, somos clientes do instantaneo, pois o seguro, o eterno enquanto dure, nao nos pertence.
Há quem diga que almas brilhantes nao se prendem pela segurança e sim pela eterna realizaçao de viver, seja verdade ou mentira, prefiro acreditar que o seguro nos torno cômodos, e de comodidade me basta meus aposentos, os quais quem me fornece é o homem que eu mais amo no mundo e que mesmo tendo defeitos sempre me parecerá perfeito: Meu pai.
Que lindo!! Entre o detalhe e o todo, fiquemos com o todo!
ResponderExcluirBeijos flor, saudades de ler aqui!